Século XIX: Invenção do telégrafo, telefone e fotografia.
Século XX: Rádio, televisão e cinema analógico.
Características: Sinal contínuo, limitações técnicas, e a relação com a física clássica.
Democratização da informação.
Formação de grandes redes de comunicação.
Cultura de massa.
Vale ressaltar que quando falamos de Cultura e relacionamos aos meios que entregam conteúdo sobre Cultura, nem sempre estamos numa relação direta e que reconhece seus valores, os nossos valores culturais. Os meios de difusão da informação e comunicação, são, em sua maioria, da rede privada; o que significa compreender que atendem aos seus próprios interesses comerciais, pois como qualquer empresa, almejam o lucro.
A Televisão, por exemplo, tem grande parte de sua receita oriunda de anunciantes de propaganda. Para isto os programas precisam gerar audiência, logo, formar um público. E é para esse público que anunciantes estão interessados em divulgar seus produtos e/ou serviços.
Em alguns casos os programas exibidos trazem à nossa sociedade valores culturais de outras Culturas e os introjetam ou apresentam para sua audiência. Isso irá ressoar de diversas maneiras e camadas a partir do estrato social e suas referências culturais. Algumas publicidades seguem o mesmo viés e apresentam estilos de vida, produtos para consumo de modo a formar a opinião do consumidor (audiência), logo, formar um consumidor.
A obsolescência é quando algum equipamento tecnológico é totalmente ultrapassado tecnologicamente por outro, de modo que cai em desuso. Nossa forma de consumo dita o ritmo desse processo ou o inverso. Uma questão importante a analisarmos é a obsolescência programada, ou seja, produtos que são lançados com tecnologias datadas a serem substituídas por outras já existentes, mas ainda não popularizadas ou comercializadas. Então, quem consome um produto recém-lançado acredita que tem a tecnologia mais avançada e espera que seja duradoura, porém não tem controle sobre isso. É a indústria quem dita essa regra e não está preocupada com questões morais ou éticas. Mas esta é uma questão para analisarmos mais profundamente o Capitalismo e seus efeitos.
O objeto mais antigo, provavelmente de 35.000 anos a.C, é o Osso de Lebombo. Descoberto numa caverna, nos Montes Libombos, entre a África do Sul e Essuatíni (antiga Suazilândia), o osso, ou uma fíbula de babuíno, tem 7,7 centímetros com 29 entalhes, e se assemelha com os bastões calendário utilizados antigamente e ainda hoje pelo povo San, da Namíbia. Acredita-se que o Osso de Lebombo era usado pelo povo San para calcular números e medir a passagem do tempo, e como media os ciclos lunares, acredita-se que também era usado no controle do ciclo menstrual das mulheres.
Osso de Ishango ou Bastão de Ishango, provavelmente, é de 20.000 anos a.C., no Paleolítico Superior, proveniente do vilarejo de mesmo nome, que fica na República Democrática do Congo, na divisa com Uganda.
Os computadores da terceira geração funcionavam por circuitos integrados.
Esses substituíram os transistores e já apresentavam uma dimensão menor e maior capacidade de processamento.
Observe que nesta versão todos os componentes estão acoplados fisicamente. Monitor, gabinete e teclado formam uma única peça. Posteriormente estarão separados e interligados por fios e cabos.
Armazenamento externo
Denominados “disquete” foram os primeiros periféricos ou acessórios para armazenamento de dados que possibilitavam mobilidade com grande limitação.
Danificavam com facilidade e tinham limite de capacidade.
Essas eram as limitações de armazenamento da época. Os arquivos, além do S.O., não eram salvos na máquina.
Quarta Geração (1975-até o início do novo milênio)
Com o desenvolvimento da tecnologia da informação, os computadores diminuem de tamanho, aumentam a velocidade e capacidade de processamento de dados. São incluídos os microprocessadores com gasto cada vez menor de energia.
Aqui já se pode observar como o mercado também impulsiona o desenvolvimento tecnológico e vice-versa.
Com os periféricos desacoplados a substituição das peças passa a ser algo mais comum. A variedade aumenta e consigo a pluralidade de tecnologias.
Vale ressaltar que saímos de um ábaco cinco séculos antes da Era Cristã para chegarmos ao primeiro modelo funcional de computador na década de 1960. Desde então, passaram-se cinquenta anos até a popularização dos smartphones (celulares) digitais, em 2015.
Outra observação importante é o tempo cíclico, isto é, a cada dez anos a tecnologia era substituída por outra totalmente avançada. A partir de 2010 esse templo cíclico reduz para cinco anos. Esta aula foi produzida em 2024. Conseguimos imaginar o que virá em 2030?