Aqui você encontrará uma lista de vídeos produzidos por terceiros e publicados na plataforma YouTube.
A proposta é apresentar uma série de conteúdo organizada por categorias e que trará uma dimensão crítica acerca do contexto histórico e social que atravessam nossas subjetividades e coletividades.
Não há qualquer intenção doutrinária, mas parte, sem dúvida, de perspectivas ideológicas pois não há ser humano que não seja atravessado por sua formação político-social. Contudo, por respeitarmos princípios éticos e as leis constitucionais que nos regem, consideramos compartilhar conteúdos verificados e com base em resultados de pesquisas científicas críveis e validadas por órgãos competentes. Não há, nem haverá espaço aqui para conteúdos não verificados, senso comum ou negacionismo ideológico.
Diante dessas informações prévias, desejamos a você uma importante imersão e que lhe sirva para sua formação intelectual e construção de um senso crítico, de modo que fortaleça suas convicções políticas e amplie o engajamento na luta, no combate contra racismos, homofobia, transfobia, machismo, preconceitos e outras práticas excludentes em geral.
Em seu terceiro álbum de estúdio, “AmarElo”, Emicida aborda temas como saúde mental, família e espiritualidade. Um dos maiores expoentes de sua geração, o rapper conversou com o “Nexo” sobre esses e outros temas
Compreender a lógica do Capitalismo e como somos inseridos(as) nela é importante para que possamos produzir a conscientização. Tornar-se consciente não significa ascender na sociedade, economicamente ou qualquer outra experiência do tipo, mas é, com certeza, criar uma possibilidade no sujeito de pensar além de si. Perceber-se como parte de um todo que está minorizado e que, portanto, precisa lutar para disputar sua condição existencial.
CRÉDITOS:
Roxelly –
/ perronicrl
Isa –
/ isabolax
MariG –
/ eumarig
Rita –
/ rita_von_hunty
REFERÊNCIAS:
Livros / Artigos: Charles Taylor: As fontes do Self, 1989
Asad Haider: Armadilha da Identidade, 2018
Douglas Barros: O que é identitarismo?, 2024
CRÉDITOS
O Time Tempero Drag: Roxelly –
/ perronicrl
Isa –
/ isabolax
MariG –
/ eumarig
Rita –
/ rita_von_hunty
Na primeira parte de nossa conversa com Marilena Chauí, conversamos sobre seu entendimento do Brasil como uma sociedade autoritária, o que nos levou aos temas do verde-amarelismo e do mito nacional. Tratamos do neoliberalismo e seu aspecto totalitário, elaborando a sua relação com o bolsonarismo. A ideologia, outro tema importante da obra de Marilena Chauí, também foi discutido, especialmente sob a forma da “ideologia da competência”, que nos direcionou a questões relativas à ciência, o negacionismo e o contradiscurso como “respostas” à ideologia. Por fim, refletimos sobre os desafios da democracia na atualidade e sobre a importância da utopia nas lutas por direitos e cidadania.
Na segunda parte de nossa conversa com Marilena Chauí, descobrimos como Marilena chegou à filosofia e a Espinosa e discutimos a obra deste filósofo. Na sequência, a filosofia enquanto modo de vida e a universidade foram os objetos da nossa discussão. Por fim, conversamos sobre a trajetória de Marilena no PT, a gestão da prefeita Luiza Erundina e os desafios de uma possível futura prefeitura de esquerda em São Paulo.
O escritor e ambientalista Ailton Krenak conta um pouco da história de seu povo, impactado brutalmente pelo rompimento da Barragem do Fundão, no município de Mariana/MG, responsável pela morte do Rio Doce – um dos principais elementos da cultura e de sobrevivência do povo Krenak. Segundo ele, não há interesse por parte de editoras em publicar sobre o assunto, mas destaca a importância da literatura produzida por indígenas.
O autor fala sobre o processo de produção de seu livro O Lugar Onde a Terra Descansa, escrito a partir de 40 horas de entrevista. E alerta, através da cosmologia Yanomami, sobre o impacto ambiental causado pelo ser humano.
Depoimento gravado durante o evento Mekukradjá – Círculo de Saberes de Escritores e Realizadores Indígenas, em setembro de 2016, em São Paulo/SP.
O documentário traça o pensamento e a trajetória de Ailton Krenak, líder indígena natural de Minas Gerais, descendente da etnia Krenak, outrora chamados Botocudos. Depois de estudar em São Paulo, Ailton foi atuante na defesa dos povos indígenas. Ao viajar pelo Brasil e pelo mundo, transformou-se numa espécie de embaixador das culturas originais brasileiras. O filme traz imagens e depoimentos de Ailton em diferentes momentos de sua vida, além de outros personagens que fazem parte de seu universo.
Parte 2 do documentário Ailton Krenak e o sonho da pedra. O documentário traça o pensamento e a trajetória de Ailton Krenak, líder indígena natural de Minas Gerais, descendente da etnia Krenak, outrora chamados Botocudos. Depois de estudar em São Paulo, Ailton foi atuante na defesa dos povos indígenas. Ao viajar pelo Brasil e pelo mundo, transformou-se numa espécie de embaixador das culturas originais brasileiras. O filme traz imagens e depoimentos de Ailton em diferentes momentos de sua vida, além de outros personagens que fazem parte de seu universo.
O documentário traça o pensamento e a trajetória de Ailton Krenak, líder indígena natural de Minas Gerais, descendente da etnia Krenak, outrora chamados Botocudos. Depois de estudar em São Paulo, Ailton foi atuante na defesa dos povos indígenas. Ao viajar pelo Brasil e pelo mundo, transformou-se numa espécie de embaixador das culturas originais brasileiras. O filme traz imagens e depoimentos de Ailton em diferentes momentos de sua vida, além de outros personagens que fazem parte de seu universo.
O documentário traça o pensamento e a trajetória de Ailton Krenak, líder indígena natural de Minas Gerais, descendente da etnia Krenak, outrora chamados Botocudos. Depois de estudar em São Paulo, Ailton foi atuante na defesa dos povos indígenas. Ao viajar pelo Brasil e pelo mundo, transformou-se numa espécie de embaixador das culturas originais brasileiras. O filme traz imagens e depoimentos de Ailton em diferentes momentos de sua vida, além de outros personagens que fazem parte de seu universo.
Infelizmente, os últimos 3 ou 4 minutos foram perdidos na gravação, mas creio que as partes mais importantes estejam ok.
Com a chegada de mais um mandato de Lula, o líder indígena Ailton Krenak aponta as sequelas deixadas pela destruição do governo anterior e conta quais são suas expectativas para que as demandas sociais e ambientais sejam atendidas.
“É hora de deixar a mesquinharia meritocrática de lado para nos enxergarmos enquanto experiências coletivas implicadas com o social e a ecologia”.
Conferência “A LIBERDADE É UMA LUTA CONSTANTE “, de Angela Davis, com áudio original (em inglês, nas falas de Angela Davis, em português, nas falas das demais pessoas).
Encerramento do Seminário Internacional “Democracia em colapso?”. Mediação de Adriana Ferreira da Silva (Marie Claire Brasil). Confira a versão com tradução simultânea para o português aqui na TV Boitempo.
Um dos maiores ícones na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, Angela Davis é considerada por muitos uma das grandes personificações globais da resistência ao racismo. Pela primeira vez em São Paulo, a ativista e professora emérita do departamento de estudos feministas da Universidade da Califórnia compartilhará sua trajetória pessoal e política a fim de refletir de forma crítica sobre as correntes do pensamento feminista hoje, bem como sobre a contribuição da luta de mulheres negras na construção de sociedades mais justas e democráticas. Na ocasião, lança sua autobiografia pela Boitempo.
Neste encontro, vamos discutir os principais temas e conceitos abordados no curso e teremos a oportunidade de ouvir Sueli Carneiro respondendo a perguntas enviadas previamente. No curso “Dispositivo de Racialidade”, Sueli Carneiro apresenta como o racismo se estrutura e se perpetua na sociedade brasileira. A partir do conceito de dispositivo, de Michel Foucault, ela analisa a formação da supremacia branca no Brasil e mobiliza temas como biopoder, epistemicídio, contrato racial, as interdições que impedem a cidadania plena de pessoas negras e as ações coletivas de resistência e militância negra. O curso expande sua tese de doutorado em Filosofia da Educação, defendida na USP em 2005, publicada em livro em 2023 pela Editora Zahar.
Nesta segunda, dia 21 (2021), o poeta, músico popular e estudioso das matrizes africanas na cultura brasileira @neilopesoficial lançará a 4ª edição revisada e ampliada de seu livro “Bantos, malês e identidade negra” em live no YouTube do Grupo Autêntica. Participarão do debate a coordenadora da coleção Cultura negra e identidades, Nilma Lino Gomes (@nilmalino13) e o professor de História da África da UFRGS, @joserivairmacedo. Esta edição atualiza profundamente a bibliografia do livro originalmente lançado em 2007, incluindo obras de autores contemporâneos como Elikia M’Bokolo, Carlos Moore, Alberto da Costa e Silva e Jan Vansina, entre outros.
CRÉDITOS
Direção Geral: Bob Fernandes
Direção Executiva: Antonio Prada
Câmera e Som: TVE Bahia
Edição: Gabriel Edé
Sonoplastia: Gabriel Edé
Arte e Vinhetas: Lorota
Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé
Símbolo de resistência e coragem, a da Barriga, território alagoano que abrigou a República de Palmares, recebeu o título de Patrimônio Cultural do Mercosul. Criado há 400 anos, o quilombo foi considerado a maior experiência de organização política e cultural dos descendentes de africanos nas Américas. Durante quase um século, milhares de negros e indígenas que viveram ali enfrentaram os exércitos coloniais e morreram em luta contra a escravidão. O Caminhos da Reportagem foi à da Barriga para relembrar essa história, que é preservada no Parque Memorial Quilombo dos Palmares, criado em 2007. O parque reproduz as instalações e a organização palmarina, tendo como um dos seus pontos fortes a réplica de um palácio africano, onde o conselho dos quilombolas se reunia para tomar decisões estratégicas.
A historiadora Suzane Jardim fala sobre por que a sociedade vira às costas para o que ocorre dentro das prisões e permite que o sistema prisional perpetue injustiças apesar do seu alto custo. Assista o vídeo para entender.
Documentário sobre a vida e trajetória filosófica, política e ativista de Frantz Fanon.
Conferência de Ailton Krenak – Do sonho e da terra no ciclo Questões indígenas no Teatro Maria Matos, no âmbito do ciclo UTOPIAS e de Passado e Presente Lisboa 2017 – Capital Ibero-Americana de Cultura.
Documentário sobre os 20 anos do movimento negro carioca feito a partir dos arquivos do Enúgbarijo Comunicações e CP – Cor da Pele Produções com entrevistas de Abdias do Nascimento e Yedo Ferreira e participação da Zézé Motta.
Abdias dos Nascimento, o grande Griot brasileiro fala da trajetória da luta negra no Brasil. Abdias do Nascimento (Franca SP 1914). Ator, diretor e dramaturgo. Militante da luta contra a discriminação racial e pela valorização da cultura negra. É responsável pela criação do Teatro Experimental do Negro, que atua no Rio de Janeiro entre 1944 e 1968 e é a primeira companhia a promover a inclusão do artista afro-descendente no panorama teatral brasileiro.
Documentário sobre os 20 anos do movimento negro carioca feito a partir dos arquivos do Enúgbarijo Comunicações e CP – Cor da Pele Produções com entrevistas de Abdias do Nascimento e Yedo Ferreira e participação da Zézé Motta.
uma entrevista com a filósofa Marilena Chaui. No bate-papo com Leandro Demori, ela fala sobre democracia, movimentos sociais e o impacto do mundo digital na sociedade brasileira.
No bate-papo de Marcelo Tas com a filósofa Djamila Ribeiro, na terça-feira (8/3), eles falam, entre outros assuntos, sobre Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, brigas, viver nas trincheiras e racismo. Na edição, Djamila fala sobre o meme “descansa militante”. “Eu venho dessa formação de base, de movimento social, eu aprendi muito com as mais velhas. Uma vez conversando com uma delas, ela falou: ‘a geração de vocês tem que aprender a equilibrar as coisas, cuidar de vocês também, porque a gente fica nessa coisa de lutar, lutar, e não cuida das nossas próprias coisas, da saúde, do mental’ (…) isso é algo que eu trato no meu último livro (…) honrá-las é também cuidar da gente”, explica a filósofa.
A vida de um dos maiores ativistas do movimento negro no Brasil. Abdias Nascimento foi um dramaturgo, pintor, escritor, professor, deputado e senador da República. Em 1944, Abdias criou o Teatro Experimental do Negro. Na época, uma iniciativa totalmente insólita que tentava promover a inclusão de atores, diretores e autores negros. Dessa experiência revolucionária sairiam grandes nomes da dramaturgia brasileira, como Léa Garcia e Ruth de Souza. Mas essa é só uma das várias frentes de luta de uma vida toda dedicada à militância pelos direitos dos negros. Como parlamentar, Abdias Nascimento apresentou diversos projetos para reduzir a desigualdade racial. É dele o primeiro projeto de lei propondo ações compensatórias como políticas públicas de igualdade racial.
Mulheres na Política é um curso de formação livre do labexperimental.org, destinado a interessades em desenvolver habilidades de arte-educação, educomunicação e processos colaborativos em conjunto com adolescentes, jovens e adultos em escolas e centros culturais sobre igualdade de direito em gêneros.
CRÉDITOS
O Time Tempero Drag: Roxelly –
/ perronicrl
Isa –
/ isabolax
MariG –
/ eumarig
Rita –
/ rita_von_hunty
VÍDEO Ailton Krenak na Constituinte, 1987 – TV Câmara
CRÉDITOS
Direção Geral: Bob Fernandes
Direção Executiva: Antonio Prada
Edição: Yuri Rosat
Câmera: Miguel Breyton
Som: Miguel Breyton
Arte e Vinhetas: Lorota
Música de abertura e encerramento: Gabriel Edé
YBERQUILOMBO Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 Com base na Lei nº 10.639, assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a participação social dos povos negros na construção da sociedade Brasileira e sobre os papeis que os descendentes desses povos ocupam na atualidade.
Entrevista com o geógrafo e intelectual negro, Milton Santos.
Entrevista com a intelectual negra, Sueli Carneiro. Parte 1.
Entrevista com a intelectual negra, Sueli Carneiro. Parte 2.
Entrevista com a intelectual negra, Sueli Carneiro. Parte 3.
___Queremos facilitar a aplicação da lei: 10.639/03 Com base na Lei nº 10.639, assinada e promulgada em 2003 que define que a temática afro-brasileira é obrigatória nos currículos dos ensinos fundamental e médio, pretendemos, a partir das oficinas e intervenções promovidas pelos oficineiros participantes do CyberQuilombo, aplicar pílulas de ações dentro das escolas que promovam reflexões sobre a importância da participação do negro na nossa sociedade. Dentro das discussões pedagógicas em torno da lei são identificados diversos desafios para o cumprimento pelas escolas.
Nêgo Bispo se consolida como um pensador cada vez mais necessário para a compreensão da realidade e da cultura quilombola, ou para um reconhecimento dos brasis que nos compõem e que foram oficialmente ignorados. Do Quilombo Saco do Curtume, no semiárido do Piauí, ele relembra sua trajetória de luta e de aprendizados constantes.
A série “Trajetórias” aborda a carreira e a contribuição de diferentes personalidades brasileiras para as artes e a cultura do país. São abordados temas como teatro, televisão, cinema, experimentação, fotografia, música, gestão cultural, memória, ancestralidade, a luta de povos indígenas, cultura afro-brasileira e questões de gênero.
O pensador e escritor piauiense Antônio Bispo dos Santos, o Nêgo Bispo, conversa sobre a valorização do compartilhamento do saber e da memória ancestral nas comunidades quilombolas e sobre como esse costume se difere da mercantilização do saber, que é na sua opinião um dos grandes problemas da sociedade. Fala também das transfluências (que é como nos movemos) e das confluências cosmológicas (que é como nos comunicamos), do encontro do pensar e dos sentidos e da linguagem orgânica entre seres nas comunidades politeístas.
Miguel NIcolelis é um médico e cientista brasileiro, considerado um dos vinte maiores cientistas em sua área no começo da década passada pela revista de divulgação Scientific American. Nicolelis foi o primeiro cientista a receber no mesmo ano dois prêmios dos Institutos Nacionais de Saúde estadunidenses e o primeiro brasileiro a ter um artigo publicado na capa da revista Science. Lidera um grupo de pesquisadores da área de Neurociência na Universidade Duke(Durham, Estados Unidos), no campo de fisiologia de órgãos e sistemas. Seu objetivo é integrar o cérebro humano com máquinas (neuropróteses ou interfaces cérebro-máquina). Suas pesquisas desenvolvem próteses neurais para a reabilitação de pacientes que sofrem de paralisia corporal. Nicolelis e sua equipe foram responsáveis pela descoberta de um sistema que possibilita a criação de braços robóticos controlados por meio de sinais cerebrais.
Uma conversa sobre a origem do racismo no Brasil, que antecede a criação do nosso país, e como ele foi a base de muito do que construímos e ainda vemos até hoje, com Ynaê Lopes dos Santos. A Ynaê é professora de História da Universidade Federal Fluminense, colunista da Deutsche Welle Brasil, especialista em história da escravidão e história das relações raciais nas Américas e autora dos livros “Além da Senzala – arranjos escravos de Moradia no Rio de Janeiro”, “História da África e do Brasil Afrodescendente” e “Racismo brasileiro: Uma história da formação do país”, entre outros.
CRÉDITOS
O Time Tempero Drag: Roxelly –
/ perronicrl
Isa –
/ isabolax
MariG –
/ eumarig
Rita –
/ rita_von_hunty
Quando é mais lucrativo vender a morte do que produzir.
Fontes: Sánchez, C. A., Li, H., Phelps, K. L., Zambrana-Torrelio, C., Wang, L. F., Zhou, P., … & Daszak, P. (2022). A strategy to assess spillover risk of bat SARS-related coronaviruses in Southeast Asia. Nature Communications, 13(1), 4380. https://www.nature.com/articles/s4146… Peeples, L. (2019). Rethinking herd immunity. Nature medicine, 25(8), 1178-1178.
Kozlov, M. (2024). Huge amounts of bird-flu virus found in raw milk of infected cows. Nature.
Caserta, L. C., Frye, E. A., Butt, S. L., Laverack, M. A., Nooruzzaman, M., Covalenda, L. M., … & Diel, D. G. (2024). From birds to mammals: spillover of highly pathogenic avian influenza H5N1 virus to dairy cattle led to efficient intra-and interspecies transmission. bioRxiv, 2024-05.
Le Sage, V., Campbell, A. J., Reed, D., Duprex, W. P., & Lakdawala, S. (2024). Influenza H5N1 and H1N1 viruses remain infectious in unpasteurized milk on milking machinery surfaces. medRxiv, 2024-05.
Em uma palestra sobre inclusão social e justiça, Djamila trata de questões como o direito à voz em uma sociedade que se silencia frente às desigualdades.
Mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), secretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo e colunista da revista Carta Capital, Djamila é conhecida pela militância nos movimentos negro e feminista.
Tudo o que você precisa saber sobre o racismo algorítmico com o professor e mestre em Comunicação pela UFBA Tarcízio Silva durante o programa 20 MINUTOS desta terça-feira (04/06).
Durante o intensivo SIM, de janeiro a fevereiro de 2020, cerca de 200 pessoas da comunidade online http://olugar.org participaram ao vivo de uma conversa com Ailton Krenak. Não deixe de ver até o fim! Foi uma fala tão espontânea e tão extraordinária que resolvemos publicar abertamente para que você possa fazer ressoar mais e mais, conversando e sonhando a partir dela com as pessoas ao seu redor.
A filósofa política Djamila Ribeiro discute a delicada questão das relações interraciais da perspectiva do feminismo negro. Para ela, só é possível compreender esta questão a partir de uma diferenciação clara entre preconceito e racismo, e a partir do reconhecimento da dimensão estrutural e institucional deste último.
O depoimento foi colhido no contexto da mesa “A questão racial” no II Salão do Livro Político coordenado pela Boitempo, mediada por Silvio Almeida e que contou com a presença de Djamila Ribeiro, Jonathan Marcelino, Márcio Farias e Natália Neris.
No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o sambista Nei Lopes. Africanista autodidata, já publicou sete dicionários e uma enciclopédia sobre culturas africanas, uma produção que ultrapassa 30 mil verbetes.
O Dicionário da História Social do Samba, escrito em coautoria com Luiz Antonio Simas, venceu, em 2016, o Prêmio Jabuti na categoria Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas.
O Roda Viva recebeu em maio de 1997 o geógrafo e jornalista Milton Santos, um dos maiores intelectuais do país no século XX. Um dos maiores geógrafos brasileiros, Milton Santos foi um dos responsáveis pela renovação da geografia no Brasil, que aconteceu nos anos 70. O intelectual faleceu aos 75 anos, em 24 de junho de 2001.
“Vamos ver como que a gente vai seguir daqui pra frente com o ataque contra a floresta e contra o povo da floresta, contra a própria ideia da florestania. Se o legado da Aliança dos Povos da Floresta ainda é capaz de criar alguma potência transformadora”, disse Ailton.
Nesta entrevista ele fala sobre a ideia da Aliança para os dias de hoje, o que é ser índio no Brasil, a ideia de resgate e identidade, a importância da memória, o modo de gestão territorial indígena, a relação dos movimentos sociais com a política institucional e as contradições e desafios que o atual momento histórico coloca a todos os brasileiros.